domingo, 29 de março de 2009

Negative - Won´t Let Go

O primeiro single deste álbum "Karma Killer" - de 2008, é muito bom. Faz tempo que não ouvia uma banda jovem e com tanto potencial. Eles tem um cuidado com a produção dos clipes, muito bem feita. E preocupam-se com figurinos e performance digna de estrelas. Suas canções buscam melodias certas, bons temas, o cuidado da vóz rouca e com todo requinte do bom hard-rock. Não é mais uma fórmula blaze, alguma coisa pré-produzida. Creio que esteja despontando uma banda que irá fazer história. Mesmo que seja com este legado do hard-rock. Afinal, gênero muito bem nutrido por ouvintes fiéis. Muito boa sorte aos guris.


Qual o sexo do teu cérebro ?


Dani, fiz tal teste (com total fidelidade das respostas) e deu masculino. Eu não fiquei surpreso ao saber que o seu teste daria masculino. E acho incrível. Só não sei se confio plenamente nestes resultados. Uma vez que considero o cérebro ausente desta determinação sexual. Sendo oriunda da questão biológica. Ou seja, a pessoa é muito mais aquilo que ela cultiva, vive, como da educação que recebeu e construiu seu ser. Por isto, acredito que um homem pode ser sensível as coisas ao teu redor. Independentemente e adverso do rótulo de machista ou frágil. Eu fico desapontado com tal cobrança, de que homem tem que ser durão e mulher delicada. Isto é coisa de 200 anos atrás. E o movimento feminista tem provado um tanto contrário. Assim como, das diferenças do mundo oriental versus nosso mundo ocidental. Que bom usarmos calças jeans. Infelizmente, caímos nesta guerra dos sexos aquém da inteligência e sensibilidade. Contudo, acho a somatória incrível. Homens e mulheres - quando combinam genialidade, sensibilidade e criatividade - podem dar vida a coisas sensacionais. Bastam deixar fluir este lado mais sensível e espiritual. A tal competição provou que tanto homem quanto mulher podem estar lado à lado em qualquer setor. Sendo justo vencer o melhor, e não o mais forte ou que venha a roubar. Enfim, somos seres complexos e difíceis de entender. Admito que ainda penso que recorrer a psicanálise pode ser um trunfo numa situação complicada em compreender o humano e a nós mesmos.

sábado, 28 de março de 2009

post-mortem

Não é de hoje que homens : atores, artistas, roqueiros e afins, abusam de maquiagens, salto-alto tipo scarpins, roupas de couro e vinil. Imagino que a geração Glam deu um pontapé inicial. E isto não pertence a geração internet, vou logo avisando. Até porque, a internet bombou mesmo depois do fatídico início deste novo século. Ou seria melhor dizer da virada, pós anos 2000. E tudo que veio junto com a internet, vídeos e sites de U2 à Green Day, de Madonna à Britney. Dá pra gente contabilizar o que os adeptos da internet andam ouvindo à partir de um bom termômetro : os vídeos postados no youtube (magnífica invenção pós-modernismo). Teve também a MTV, seu papel fundamental na construção do universo pop e suas celebridades. Porém, podemos dizer que pro underground isto estava restrito e fechada. Muitas bandas não conseguiram entrar pra MTV, e hoje estão no youtube e myspace. Outras pouco importavam com isto. Morrisssey nunca apareceu lá e continua sendo deus e amado pelos fãs. Pois é, entramos numa era onde tudo que soa pras grandes massas é pop, é pós-punk e sendo assim, pós-modernismo. E o humanismo acabou. Exatamente, vivemos noutra era onde os valores humanos, ou melhor dizendo, a própria sociedade e seus valores, sabotaram o humanismo. E o que vemos hoje é uma relação fajuta de uma tentativa esnobe e decadente (se é que podem andar juntas, assim dizendo) de juntar cacos quebrados (vide a decadência do catolicismo) e tentar fazer um mundo melhor. Isto é, mondo bizarro. Aquele espírito do faça-você-mesmo alardeado pelos punks novaiorquinos e os tais fundadores do Glam Rock foi mal interpretado. A ideologia dos punks virou receita de bolo de livros de coaching para executivos entediados ou em busca de um emprego do século. E hoje, o mundo proclama uma nova independência. Mas que independência? Da pirataria estariam comentando? Da música livre em sites de downloads? Ou da mídia que tudo fala e tudo sabe? Talvez, esqueceram o underground. E, por isto mesmo, viva os independentes. E é desta independência que estou falando. Daqueles que conseguiram viver longe dos holofotes, que não entraram pra internet com a mesma fúria que Madonna ou Britney. Viva The Cramps. E que bom Lux Interior ter existido. O exuberante e exêntrico vocalista da banda de garage punk : The Cramps, faleceu de problemas cardíacos no dia 04 de Fevereiro de 2009. A banda teve inúmeros integrantes ao longo de décadas de estrada. Lançaram cerca de 14 discos e outras coletâneas. Os singles "Can Your Pussy Do the Dog" e "Bikini Girls with Machine Guns" foram responsáveis por dar à banda uma fama de cult. Lux faleceu com 63 anos de idade. E, talvez, o mundo nem informou-se o suficiente. Vivemos a era das crises, dos escandalos, da falta de valores humanos claros, da competição em massa, o que a globalização poderia unir (como foi alardeado anos atrás) só trouxe o desespero, o individualismo e a sociedade do espetáculo vive para o consumo como forma de aniquilar seus medos, escondidos atrás de suas hdtvs cercadas de seriados televisivos de mentirinha. O rock não é mais o mesmo e não se fazem mais ídolos como antigamente. A arte morreu - por enquanto - e a culpa é do pós-modernismo. Os nossos ídolos estão indo embora.

"Naked Girl Falling Down The Stairs"



"Bikini Girls with Machine Guns"

"Ultra twist"

sexta-feira, 27 de março de 2009

" O mundo é um moínho "... linda canção de Cartola. Fala da relação dele com a filha, que parte cedo de casa em busca de teus sonhos.

domingo, 22 de março de 2009

Ainda sobre os heróis e os anti-heróis ...
"É importante que façamos um esforço insofismável de queimarmos nossos ídolos quando eles forem um entrave ao processo de renovação cultural."- Carlos Drummond de Andrade em 1927 para 'A Revista'
O herói é uma merda, mas o nosso ídolo é do caralho. No Café Filosófico, meu ídolo ... confiram entrevista com Gerald Thomas.





Estou de acordo, Stanislaviski é um saco, e tal idenfiticação desta busca do consciente pelo inconsciente, emoção emotiva, esta busca doida por achar que o personagem pode ... Desisto.
Penélope Cruz, a atriz espanhola mais famosa do mundo, está chegando por aí. Neste longa de Almodovar. Confiram no El Pais. Almodóvar (gênio do século) está cada vez melhor, surpreendente, com suas personagens mulheres que fazem o mundo dos homens parecer tão sem graça e suas brilhantes histórias carregadas de personagens densos, dramáticos, que a qualquer momento podem espatifar igual jarro de vidro arremessado na parede.

http://www.elpais.com/especial/pedro-almodovar/

"Un hombre cegado por el pasado recorre su vida con ayuda del cine en la nueva película del director español más internacional. Una película-rompecabezas con la que disfrutar de un juego narrativo de excepción que reúne por tercera vez al manchego con una Penélope Cruz ganándose a pulso el estatus de mito. Duplicidades, hipertextualidad y melancolía en una película tan compleja como fascinante que confirma a su autor como uno de los grandes."

sábado, 21 de março de 2009

Olá Kate, como vai ?

Na minha adolescência, eu adorava as campanhas da Ellus. Pois, foi com tais publicidades que eu sonhava com Kate Moss, Milla Jojovich e Cindy Crawford. Esta última foi responsável por fazer com que eu e uma ex-namoradinha fôssemos participar de um concurso (nem sei se existe mais) chamado "Look Of The Year". Fizemos as inscrições e mandamos fotos. E nunca mais ouvimos falar dos acontecimentos. O ano ? Era 1990. Provavelmente, nem tivéssemos talento para tal. Que bom. Deu um estalo e montei uma bandinha de punk-rock. Bem, como as coisas mudaram. Milla virou atriz, roqueira e, além de modelo é dona de uma griffe de roupas. Pois é, do lado atriz de Milla sugiro assistirem ao futurista e ótimo filme "Ultraviolet". Verão uma Milla diferente, atriz multifacetada que é, vive neste longa uma personagem vampira. Um tanto heroína entre vampiros modernosos e vilões, bandidos chineses e garotos bonzinhos tipo New Kids On The Block. Vale conferir o figurino e a cidade futurista Hong-Kong - que foi toda mapeada e utilizada no filme em animações ou momentos reais. O curioso foi saber que o diretor do longa escreveu a história já pensando na personagem que daria de presente para Milla. Por aí, podemos ver o poder de sedução e admiração que estas mulheres criam diante do mundo à volta.

Olá Kate, como vai ? Acontece que resgataram a Kate pruma campanha nacional de jeans. Trata-se da marca Fórum. Bem, eu nunca gostei de foruns. Porém, como tudo no mundo da moda vai e volta, o que importa é o poder destas modelos de influenciar as pessoas num conceito e convencê-las a obter tais itens de consumo. Sim, o que importa não é apenas a beleza destas mulheres que estampam publicidades. Contudo, o poder de sedução e apelo à vendas de um produto ou idéia. E Kate Moss é sublime, fenomenal, imagética.
Olá Kate, como vai ?
você passa teu tempo vendo estes idolos belos e belas de hollywood, com tais historinhas de amores e namoricos mal sucedidos, enquanto esta é a nossa cidade, nosso pais. o que você fez ou faz para mudar isto ? se não tem coragem de enxergar a realidade, cobre seu rosto com manto e abre sua mente para enxergar contos de fadas. a realidade dói mesmo. é aqui que teus pais resolveram te parir. eis a realidade dos teus semelhantes. então, agradeça o fato de tudo bem e ajude a mudar o tudo mal. o vídeo abaixo exibe moradores do bairro glicério. nota: marca multinacional no boné.


Glicerio Without Number from Matheus Siqueira on Vimeo.


Disse o mestre : "O teatro nunca pertenceu aos palcos". A vida aqui fora nunca esteve tão amarga. A culpa deve ser mesmo da crise. Cortaram o teu cafézinho. Agora, custam apenas 1.30 e vc preocupado com a crise. Enquanto isto, os kamikazes de hollywood bombam. E wall street nunca mais será a mesma, com o índice down jones tão down. Shakespeare ... onde foram parar nossos heróis ?
Agora, andam pelos subterrâneos e túneis de wall street. Enquanto isto a fashion week andou tão simplezinha. Tá todo mundo economizando. Cadê as plumas e paetês ? Os bobos voltaram. Circulam pela paulista de terninho e gravatinha, com sacolinhas de promoções. Na época da crise, dar conta das promoções chega a ser tarefa árdua. Nunca vimos tantas coisas baratas. E a gravata da Armani paga em 10 vezes. Chique mesmo é dobrar o faturamento, em dois. Isto é, você pega tudo e divide por dois. Está dobrado. Concorda ? Lucro ? Isto só pra daqui uns anos. No momento, até o cafezinho foi cortado. Já te contei. Shakespeare, porque no país do Super Homem tem tanto anti-herói ? Agora, deram de dominar o mundo e quebrar empresas, bancos, seguradoras. Tá ta ta as peças estão tombando no tabuleiro e os soldadinhos de chumbo virarão João bobo, tombam daqui e dali. Nunca vi crise tão feia, mas ta tão feia que nem traveco está saindo mais na rua. Tá uma crise geral. Fui no cinema outro dia e não tinha quase ninguém. E a economia do ingresso. Mas é só aparecer um kamikaze hollywoodiano que corre todo mundo pra ver. Deu na TV, chuvarada inunda carros. E os carros agora virão com air bags e bóias bags. Tudo para fugir das enchentes. E o congestionamento ? Tem pra tudo quanto é gosto : linhas congestionadas, nariz congestionado, crise congestionada, transito, aeroporto, tudo ... ta tudo parado. É do palco para vida ... afinal, a arte sempre imitou a vida. 2012 está chegando, o ano do calendário Asteca. Seriam os Astecas astronautas ? Estarão voltando em cena para nos salvar ? Dizem que estamos vivendo um período conturbado, para nos adaptarmos para uma nova era, estamos vivendo uma transformação. Eu que ando curando meu peito, superando crises existenciais, não me incomodo com 2012. Afinal, estarei com quase 40 anos de idade. Ou seja, outro ciclo emocional. E down jones viverá uma ninfeta num estrelado filme bollywoodiano. E ganhará outros oscares. Só para elevar a audiência televisiva da nobre premiação com tapetes vermelhos e musas forradas de diamantes e esmeraldas. É a crise.

sexta-feira, 20 de março de 2009

e nesta onda rock, não poderiam faltar os góticos. Him e o frontman Ville Valo numa performance incrível de Rebel Yell ... E acabaram de realizar shows em Madri.

Sou mais adepto do visual Glam rock, ao invés do visual kei (referente as bandas de jrock japonesas). Talvez, pela cultura ocidental mesmo. Minha geração foi totalmente influenciada pelos restos da cultura glam, poluidos aqui e ali de punk e hardrock. e no final das contas, veio o Kurt e fodeu tudo, muitos viraram grunges. Sejam pelas atitudes, sejam pelas idéias, aparências e o que tinham para falar. "Negative" aborda algo bacana da cena Glam e revitaliza o gênero. Uma vez que a banda, apesar de filandesa, tem influências que vão do Queen, David Bowie até Gun´s and Roses. Particularmente, sonoridades que sempre ouvi e nunca abandonei. Acredito que o Glam nunca esteve tão em evidência quanto neste início de século. Porém, homens maquiados já não impressionam tanto quanto antigamente. Imaginem nos anos 60 como deveria ser alguém de maquiagem aparecendo por aí. Talvez, quem viveu o sucesso da banda "Secos & Molhados" possa dizer o que era aquilo num Brasil antiquado. Hoje em dia, meninos como "Negative" agregam, trazem sangue novo e renovam. Mas a velha guarda continua com a locomotiva à todo vapor, em cena e borbulhando. Longa vida ao sangue ora renovado ora desgastado do bom e velho rock-and-roll. Sem ele, o que seriam de nossas vidas ? Provavelmente, as "brocolis spears" dominariam muito mais.





Negative - Bez Promene

L'Arc~en~Ciel (banda de jrock japonesa)

L´arc significa arco-íris em frances. Também, é um belo nome pruma banda decana de jrock. Na estrada desde 1992, L´arc faz estrondoso sucesso. Apesar das constantes mudanças culturais no país do sol nascente. Se por um lado, existe uma onda emocore e outras inúmeras influências quase indefiníveis de sonoridades por conta das novidades que chegam ou saem do Japão, L´arc aparentemente parece fiel ao estilo que os consagrou. O vídeo "Drink It Down" mostra um pouco do potencial sonoro da banda. Além de fazer um som calcado num rock beirando o pop, com guitarras velozes, bateria nervosa e um vocal até melódico, tem uma produção bem interessante de videoclipe e comunicação. Percebam pela cenografia proposta, na narrativa quase semelhante de um curta-metragem e que acaba por apresentar muito bem a banda. Quanto ao vestir dos rapazes, aparentemente normais prum padrão japonês de bandas de jrock (eles ainda não adotaram o famoso visual kei). No entanto, sabem escolher o que vestir em combinação com a ótima música. Afinal, eu já não consigo ouvir muita coisa. Meu ouvido está muito mais acostumado ao jazz e blues. De maneira que, rock muito pesado já não me atrai. Este som vai para minha amiga Dani, ouvinte de j-rock e fã de visual kei. Quem sabe eu ainda não mude de opnião e acostume também com o visual kei.




"Shine" vem carregada de efeitos especiais, numa produção mais artística. Porém, o som não engana. Os músicos são muito bons.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Prêmio Shell de Teatro : sai lista premiados em São Paulo

Super merecido o prêmio de Figurino por "O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado". Lembro que há dois anos atrás, entre 2007 e 2008, fotografei esta trupe - Cia. São Jorge de Variedades - durante apresentações na praça da República e outros espaços do centro de SP. Toda equipe, incluindo atores, atrizes, direção, arte, música, foram felizes neste espetáculo, muito querido pelo público. Postei algumas fotos no flickr e hoje percebo o quão rico e belo é este espetáculo quando revisito tais fotografias. As lembranças são tão fortes e atemporal. Esta companhia tem uma história que, talvez, possa ser contada um dia por alguém. Lembro que um ator faleceu semanas depois que fiz uma série de fotografias. Noutra vez, pude notar que alguns atores haviam sido substituídos. Imagino o quanto é difícil manter uma equipe deste tamanho com uma peça complexa, que requer um esforço dobrado. Uma vez que tudo passa na rua e a interação com o público é de um desgaste redobrado. Afinal, estar na rua é receber além do calor humano, também os impactos naturais como chuva, sol, calor e frio. Parabéns à CSJV (Cia. São Jorge de Variedades) por este prêmio.

Quanto aos atores do CPT, é magnífico terem sidos reconhecidos na Categoria Especial pelos 10 anos de Prêt-à-Porter. Venho acompanhando desde o PP4 e jamais deixei de prestigiá-los. O talento refinado e dedicação daqueles atores, somado à uma dramaturgia muito bem escrita e trabalhada e uma cenografia inteligente e econômica, faz da série um estudo permanente - tanto pelos atores em constante processo de aprimoramento e evolução quanto por uma platéia atenta e estudiosa. Vê-los é mais do que prestigiar a arte, é poder compreender um pouco mais de algo que esta cada vez mais raro : o Homem e teu aperfeiçoamento, enquanto ser integrado numa sociedade mutante, que evolui num processo contínuo, cujo aprendizado faz parte da sua sobrevivência e da arte não como sustento e sim sabedoria. Afinal, viver pela arte e não de arte é mais do que status, é uma opção de vida que custa muito caro num país sub-desenvolvido. E onde a cultura representa um item de baixa relevância pelas classes maioritárias, compreender a arte e vivê-la parece ser uma tarefa sobre-humana. No entanto, creio que a saída pro desenvolvimento humano ainda é e será pela cultura.


Prêmio Shell 2009 / Teatro

Lista dos vencedores:

Autor
Marçal Aquino e Marília Toledo, por "Amor de Servidão"
Direção
Marco Antônio Braz, por "A Alma Boa de Setsuan"
Ator
Domingos Montagner, por "A Noite dos Palhaços Mudos"
Atriz
Isabel Teixeira, por "Rainha[(s)] - Duas Atrizes em Busca de um Coração"
Cenário
Renato Bolelli Rebouças, por "Arrufos"
Figurino
Silvana Marcondes, Fernando Sato e Júlio Dojcsar, por "O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado"
Iluminação
Felipe Cosse e Juliano Coelho, por "Aqueles Dois"
Música
Josimar Carneiro, pela direção musical de "Divina Elizeth"
Categoria especial
Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, pelos dez anos do projeto Prêt-à-Porter
Homenagem
Professor e editor Jacó Guinsburg, pela contribuição ao pensamento crítico do teatro no Brasil


Maiores detalhes neste link : http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u536574.shtml

terça-feira, 17 de março de 2009


"There is a method, a Sufi method know as dervish dancing. Sufis dance. You might have observed small children whirling, dancing round and round and then getting in a whirl... And small children like whirling. Why? -- because when they whirl, they get a deep kick, and in that kick they again feel themselves beyond the body. And that's a beautiful experience -- that's why they like it. Studying this whirling of children, Sufis have developed a method, a meditation method -- they turn, whirl. ... they will tell you to dance, and go on in a mad whirl, and remain a witness -- as if a wheel is moving, and the axis is there and on the axis, the wheel is moving...The axis remains constantly in one position, centered, and the wheel moves on it. Whirl like a wheel, and remember your witness inside as a center. Suddenly you will feel you are the center and the body is just a wheel." - Osho

domingo, 15 de março de 2009

"As palavras não dizem tudo, mesmo o tudo sendo fácil de dizer. Melhor dirá o mudo se viver o que acredita". (Eugenio)

sexta-feira, 13 de março de 2009

Dream World ... você pode!

Não tem nada de efeitos especiais. Entretanto, os caras mandaram bem porque dominam o software de edição. O resultado é divertido, very cool. Pena que parei de fumar e não dá pra acompanhar a moda. Já o efeito "pula-pula" dá pra tentar. Melhor fazê-lo com um belo tênis, que tal um Lunar Trainer ?


quinta-feira, 12 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009


"Ele é o Henry J. Kaiser ou o Walt Disney desta era", disse Kevin Starr sobre Steve Jobs.

Ando lendo vagarosamente, serenamente e prazerosamente o livro "A Cabeça de Steve Jobs". Nem sei se este livro entrou pra lista dos mais lidos da última semana ou do mês destes periódicos semanais. Logo que vi numa livraria comprei e já estou no capítulo 4 ("Contrate apenas atores nota 10, demita os idiotas"). À priori, o título sugere "as lições do líder da empresa mais revolucionária do mundo". No entanto, o que lemos além das lições, é uma chuva de citações, algumas elogiando e outras difamando Jobs. As difamações é de fazer cair o queixo de qualquer pessoa séria. Em 1997, é ilário de acreditar que Steve retomou o posto de CEO (iCEO como diziam na apple) estando vestindo bermuda, camiseta, cabelos compridos e barbudo logo no primeiro dia de reunião do conselho. Do CoN-SE-LHOOOOO !!!! Vocês devem estar perguntando. É. Claro, o cara que ressuscitou a Apple pode. Mas, vai um mortal qualquer fazer o mesmo, que uma ambulância levará o sujeiro da empresa direto pro sanatório no mesmo dia. E o CEO anterior ao Jobs - e que enterrou a Apple naquele período sombrio - fez algumas boas loucuras, tal como comprar um para-quedas folheado à ouro avaliado em 7 milhões de dólares. Será que o cara queria brilhar no céu ? Eu faria diferente, arremataria em leilão recente obras-de-arte que pertenceram ao Yves Saint Laurent e colocaria todas numa sala de museu. E cujo título da exposição seria sujestivo alguma campanha de marketing da empresa. (brincadeira). É o que digo, é um luxo, quase um atributo absoluto, é de poder trabalhar em alguns setores onde pode-se vestir o que bem entender e ser como desejar. Ah, e ainda demitir pessoas no elevador, praticar depotismo, humilhar colegas de trabalho, ser hedonista, egóico, original, narcisista e ainda assim ser fanático por trabalho e tecnologia e tornar-se uma das pessoas mais poderosas e ricas do mundo! Isto é coisa de roteiro de filme americano! Pode ser. Não entendeu ainda ? Leia o livro comentado acima. Querem saber ? Sou fã de Jobs.