quinta-feira, 10 de setembro de 2009

DAVID BOWIE - First TV appearance 1970 - SPACE ODDITY



Sim Major Tom, não há nada que possamos fazer, daí da Lua só se vê a Terra e ela é azul. Cambio. Eu adoro esta música de Bowie. Como eu queria que Caetano gravasse algo de Bowie e vice-versa. Dois ícones que admiro. Esta letra e música fala do distanciamento do homem do seu habitat, desta busca pelo novo, inesperado, as tais aventuranças. Será que realmente fez algum sentido o homem ter pisado na Lua ? Será que faz algum sentido buscar vida em Marte ? Para além da pesquisa científica, as vezes, o homem parece querer brincar de ser Deus. Ou de adivinhações. Enquanto que o rock existe para diversão em massa, ainda assim, as letras nos dizem alguma coisa. Não deixando de ser pensamentos em versos livres, como num tipo de poesia ... Outro dia sonhei que era um extra-terrestre e que Marte era tão sem graça. A terra está virando um reduto igual. Daí uns anos, todo mundo vai conhecer cada pedaço de chão da terra. E viveremos com uma máscara de oxigênio. Estudos europeus comprovaram que morrem milhares de pessoas por ano na Europa prematuramente. Quando não são os vírus gripais, são efeitos nocivos do aquecimento da terra e da má qualidade do ar. Daqui uns anos será realidade, viveremos com máscaras de oxigênio e isto será uma realidade. Da Lua, Major Tom, a terra é uma bola azul, cambio final. E eu te pergunto, para que tanto dinheiro?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

São Paulo --> onde o irreal acontece.

aqui --> http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u621011.shtml



Os franceses tem uma palavra muito comum, que seria algo como "irreal". Pois é, hoje foi um dia irreal. Pra não dizer surreal. Saí de casa depois do "dilúvio" número 1. Sim, aquela pancada de chuva por volta de 8 da manhã. Por volta de 9:30, ainda na 23 de Maio, resolvi parar num posto de Gasolina próximo da IBM, Tutóia. Voltei pro transito por volta de 10:30. Fui chegar no tùnel JK eram 11:30. Dalí até a Marginal Pinheiros já eram 12:40. Da ponte Cidade Jardim até o cebolão (sentido Castelo Branco) eu levei cerca de 3 horas. Imagina? Pois é, o transito estava interditado pela CET. Olhando pro Rio Pinheiros, além de muito lixo, ratões tentavam não morrer afogados, ficando protegidos em pequenas ilhas. Quando cheguei na ponte da altura do Ceagesp, havia uma pequena favelinha formando embaixo da ponte. A última ponte de acesso ao Cebolão. Alguns dias atrás, só havia um barraco, agora somam-se 9 barracos. De dentro daqueles barracos, saiam filhotes de cães vira-latas, muitos. Como o vidro do carro estava aberto, eu percebi choros de crianças. Fiquei imaginando qual o tipo de água elas bebem, com o que as comidas são cozidas e que tipo de comida. Na beira do rio, algumas roupas estavam separadas, como se estivessem "lavadas". Uma cidade tão rica como São Paulo, é "irreal" acreditar que pessoas vivem desta forma. É uma vida que creio eu ninguém queria ter. Ao mesmo tempo que a sociedade não tem culpa, ela tem. Pois, convivemos e coexistimos com este caus e com todos estes problemas. Pessoas chegam a todo momento em São Paulo, em busca de emprego, melhor qualidade de vida imaginando que ganha-se mais e vive-se melhor. Ledo engano. Por um outro lado, o raciocínio até que faz sentido : quanto mais as pessoas sobem na pirâmide social, alguém tem que vir debaixo fazendo o trabalho sujo que ninguém quer fazer : lavar vasos sanitários, desentupí-los, catar lixos, entulhos, desentupir redes de esgotos, por o asfalto nas pistas, tapar buracos, catar entulhos, limpar ruas, e por aí vai. É o sub-emprego, de vidas que vivem num patamar de sub-nutrição, analfabetismo, de vidas extremamente inferiores aos padrões mínimos. Não tem como imaginar no futuro de crianças que crescem em lares extremamente pobres. Como esta mão-de-obra barata que estava comentando tem uma demanda muito grande nas grandes cidades, elas acabam por gerar uma espécie de especulação. Que cria estes sub-empregos. Por um outro lado, existe o mercado negro, da pirataria, que gera milhares de empregos indiretos. Se é que podemos dizer assim. Creio que tudo isto somado ao fato da pobreza que domina o país, o analfabetismo, a ignorancia, ainda existe o fenômeno do êxodo, das migrações do interior para as grandes cidades. E o aumento das favelas só pode ser por conta destas "falsas demandas", do crescimento exagerado das famílias, sem controles de natalidade, sem planejamentos. O que eu vi debaixo da ponte, por conta do transito congestionado, nada mais é do que o desmazelo das autoridades e desta sociedade de consumo, sociedade do espetáculo. O que o Paulistano viu hoje foi uma cidade caótica. Muito diferente daquela cidade do carnaval, cidade da São Silvestre, das festas na Avenida Paulista. O caos de hoje é um sinal de que a Cidade de São Paulo está muito longe de ser a cidade do espetáculo, da tão enorme busca pela qualidade de vida, aonde o tempo joga à favor das pessoas. A qualidade de vida, donde ver o pôr do sol, a brisa da manhã, aquelas primeiras horas do dia reservadas para pratica do esporte junto a natureza, correr na Praia, sentir o aroma das árvores, este tipo de vida consegue-se quem vive nas cidades litorâneas de São Paulo. Na Capital, o que vimos hoje também é fruto da incompetência, de um Estado onde poucos estão habilitados a administrá-lo com competência. Saí de casa porque a NET estava falhando em meu ponto e não conseguia conectar no escritório pela internet. Frustrado, caí na armadilha de um transito donde fiquei 6 horas parado. Tudo porque queria chegar no escritório para não perder o dia. Uma vez não tinha previsão para que a internet voltasse a funcionar em casa. Na cidade caótica, uma simples falha da NET ou de telefonia, pode ocasionar inúmeros prejuízos aos usuários. E quem é que vai pagar por isto ? Pensem e respondam depois. Ouçam a música do Ultraje que postei acima, porque eu também quando ficar rico só irei andar de Táxi. Ou melhor, Táxi aéreo. Porque tudo isto que vi hoje foi ultrajante. Um abraço.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Nike Lunarglide + Dynamic Support


Este Lunar pareceu-me a evolução do Lunar Trainner. Quero ver os lançamentos da Nike para este ano no mega evento Running Show. Adotei a família Lunar exatamente por ser a tecnologia que mais adaptei. Creio no experimentalismo e por isto encontrei estes modelos, são excelentes.

O Último Poema

Assim eu quereria o meu último poema
Que fosse eterno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais

Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

"O último poema de Libertinagem expressa os desejos do “eu-lírico” para um último poema (função metalingüística). Ele deveria conter ternura, ardor, beleza e pureza simples, além da paixão dos suicidas que não explicam seus motivos."

Estava eu a ler estas passagens da obra "Estrela da Manhã", de Manuel Bandeira. Livro composto de 28 poemas. Do qual, o que mais gosto é Estrela da Manhã. Sempre achei Manuel Bandeira triste, e esta melancolia em muito lembra alguns períodos que passei ao longo de minha vida. Todos nós temos momentos de melancolia, tristeza profunda, por vezes, uma alegria contagiante. Mas sempre voltamos para dentro de nós mesmos. Onde nos fazemos entender, onde buscamos um pouco mais de conhecimento destas reações. O que nos motiva a tal situação e o que nos tira disto. Enfim, a poesia é uma escola. Uma escola que nos ensina a observar coisas que só os poetas podem nos dizer. Exatamente, por eles serem esta lente de aumento que nos trás os sentimentos mais pulsantes, mais vicerais e que mais tocam a alma. Fico feliz porque uma situação me trouxe de volta Manuel Bandeira. Que estava meio empoeirado na estante.

Quanto a frase acima comentada, "além da paixão dos suicidas que não explicam seus motivos", que vem a justificar a maneira como Manuel Bandeira conclui o poema. Não explicar seus motivos é a ação sem dar razão. É o ato, do desespero, e que muitas vezes cometido por conta de uma enorme dor. Muitas vezes, podendo ser entendidas como dores do amor. Neste caso, o amor de Bandeira seria o livro, teus poemas, e o suicídio seria a conclusão da obra. O ato estanque de concluir algo que muito lhe custou : o livro acabado. A frase eu achei impactante e ao mesmo tempo muito nos remete ao estilo de vida conturbado e moderno de hoje. Cada vez mais as pessoas se tornam suicidas de suas próprias vontades, matando seus desejos e sem explicar seus motivos. Compram mais do que podem, suicidam seus salários nos balcões das lojas, e sem explicação entram num loop vicioso. Assim como, comem, bebem, dorme, acordam, trabalham ... são os suicidas a longo prazo e sem explicar seus motivos tomam seus remédios e cultivam seus problemas e cultivam problemas alheios e tomam remédios alheios ... É o mal da sociedade moderna e que um dia chegará algum fim. Vivemos uma eterna transição. Nunca acaba. Não me perguntem porque. Talvez, a resposta esteja neste processo natural de evolução. Talvez, esteja na forma competitiva que chegamos. No cume deste capitalismo selvagem. E não tem muita lógica. Alguns conseguem amadurecer e romper barreiras, criando novas formas de viver de uma forma menos compectitiva, mais conectados com a natureza. No entanto, a maioria dos indivíduos que vivem nas grandes cidades, vivem esta grande ordem/desordem, o caos e que virou um meio de sobrevivência. Então, voltemos à poesia. O lado lúdico que tanto precisamos nos momentos de sossego. A arte que veio do homem e lhe dá aos seus semelhantes o senso criativo de viver. Humberto.

Pearl Jam - I Believe in Miracles

Garbage - "I Just Wanna Have Something To Do"

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Amargo Café.

Lançamento do curta AMARGO CAFÉ dia 09 de setembro de 2009 às 20h30 na CINEMATECA de São Paulo. www.cinemateca.com.br

endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino (metro VILA MARIANA) direção: RALPH FRIEDERICKS direção de fotografia: FERNANDA RISCALI montagem: SÍLVIA HAYASHI trilha sonora original: XAVIER BARTABURU produção: MARTA RUSSO designer: MARIANA BELÉM fotos still: JEAN-CHARLES MANDOU elenco: DOUGLAS SIMON, LIANA POIANI, MANUELA FREUA

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Challenge 3 --> melhor 21km.

1- O Victory sujo de coco de cachorro (Ibirapuera)

2- Muita roupa pra lavar

3- Bolhas nos pés.

4- Ferimentos no joelho e mãos nos 21km
Em Suma

Quase 1 semana depois da queda na USP, donde tive joelho e mãos raladas, agora os ferimentos já cicatrizam bem. Eu tinha tropeçado num monte de fios no chão. Talvez, esquecidos por conta de obras que estavam por toda área onde corri. Contudo, após o acidente, restava tentar recuperar para completar o Challenge 4 : a maior kilometragem percorrida em 168 horas. Infelizmente, quando abriu este challenge 4, não dava ainda para participar. Exatamente, porque meu joelho estava inflamado, eu estava tomando 2 comprimidos de Celebra 200mg por dia e 3 comprimidos de Cefalexina 500mg por dia. Tudo para desinflamar o joelho, tirar a dor dos ferimentos. Sem falar que a cada 4 horas trocava os curativos e usava um produto para tratá-los. Ainda fiz sessões de RPG para melhorar a flexibilidade da região dos joelhos. Somente à partir de 4a.feira passada eu comecei a treinar neste Challenge 4. Não queria desistir de nehum e participei dos 4 challenges propostos para equipe Nike+. Enfim, não sei se terei os tempos e kilometragens válidos para a prova dos 600k. Tudo indica que tudo pode acontecer. No meu caso, ganhei experiência pessoal para este tipo de prova. Não treino com professor ou assessoria esportiva nenhuma. Resolvi entrar para a seletiva, exatamente, porque sou usuário do Nike+ tem mais de 1 ano e acho o produto sensacional. Além de todo serviço prestados pelo site nikeplus. Pois, tenho controle e consigo estudar os treinos. Esta prova dos 600k é o tipo de competição em equipe e sendo ao ar livre que muito me estimula e que trás um insentivo enorme. Sempre fui admirador do Triathlon. Que acho o esporte mais bonito e desafiador já criado. No entanto, esta prova dos 600k, da maneira como foi criada, tem sido um sonho para muitos corredores e equipes. Eu não comentei, mas sujei muita roupa, muito tênis gasto e sujo, muita proteína e carboidrato consumido e muito Cebion. Praticamente, 2 comprimidos por dia. Ainda tinham os band aid usados para aliviar e proteger as bolhas. No final de 1 mês inteiro de competição "virtual" através dos challenges criados no site do nikeplus, muita coisa mudou. Corri muito mais do que havia corrido no último ano. E muita coisa aprendi. Valeu cada minuto gasto nos estudos, nas provas, nas mensagens virtuais trocadas pelos mais de 40 competidores. Agora, tem a repescagem para os remanescentes e, semana próxima, a lista dos 20 que irão fazer a prova final onde irão selecionar os 12 atletas. Ufa. Para muitos, a reta final está chegando. Para mim, uma nova era começou. Isto é, encontrei uma forma diferente de continuar praticando as corridas, com aumento de volume dos treinos e com muito mais opções. Conheci pessoas, lugares, informações e conhecimento para iniciar uma nova jornada. Valeu.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Mataram MJ.


Desde o momento em que fiquei sabendo da morte, senti que era algo muito esquisito. Não é de estranhar que tenha sido por homicídio. Dias depois da morte, a família de Jackson já levantava suspeita sobre homicídio. Pelo que eu conhecia de MJ, desde suas ações generosas, contribuições milionárias por conta de caridades, seria inimaginável que cometeria suicídio. Tratando-se de USA, esperamos que façam justiça e que as coisas aconteçam rapidamente. O Rei não merecia isto. Que descance em paz num lugar a altura de sua sabedoria, bondade e talento.

domingo, 23 de agosto de 2009






Os óculos futuristas Vuzix ainda não chegaram ao Brasil. Mas quando chegar ... Quer viajar de avião vendo seus filmes prediletos e sem ser incomodado? Nos momentos em que uma boa literatura cansar, basta ligar um Ipod conectar ao Vuzix e ter um hometheater de bolso. Visto que a tv está a uma lente dos olhos. Isto é, suportado por uma armação de óculos este aparelho permite assistir a filmes com uma qualidade impressionante. Eis uma traquitana que eu gostaria de ter tão logo. Chega de tv. Não aguento mais.


Ironman - You Will Do This



A cada ano, o número de competidores amadores para provas de triathlon do circuito IronMan tem aumentado. Segundo a organização, 95% dos competidores são amadores. Apenas 5% tem patrocínio. Uma outra estatística interessante é que 85% dos competidores tem idade superior aos 40 anos. Isto talvez explica uma das maiores dificuldades de provas de longa distância : que é o lado psicológico. É necessário ter auto-controle, conhecer a si mesmo, seus limites. Somado a isto tudo, é necessário um equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Superação para quem pratica este tipo de esporte, ao meu entendimento, tem a ver com perseverança. Hoje, o esporte mais belo e ambicioso que conheço é o Triathlon. Eu gostaria enormemente de planejar minha rotina de vida para começar a praticar os esportes que compõem o triathlon. Atualmente, pratico corrida até 28km e natação. Ainda não pensei no ciclismo. Mas creio que não terei dificuldades. Quando adolescente, eu tive uma Caloi 10 e pedalava cerca de 40 km diariamente. Era um vício. Hoje, meu único vício tem sido a corrida. Eu não gosto muito da água. Exatamente, por conta deste lado emocional. Eu preciso estar muito leve para dar com a água. Caso contrário, não tenho rendimento. Como hoje em dia vivemos um stress medonho, tamanha competição do mundo moderno e de inúmeras tarefas e obrigações, é preciso alguns minutos de meditação para afastar toda esta pressão emocional e preparar corpo e mente para uma prática esportiva qualquer. Eu afastei do yoga tem um tempo. Mas ainda pratico alguma coisa. Sinto falta disto. As vezes, penso que São Paulo combina com tudo, pela facilidade e praticidade. Mas também corre-se o risco pela perda de tempo que gastamos deslocando de um lugar ao outro. Eu tenho um amigo de corrida. É advogado e está quase para aposentar. Contudo, este amigo consegue aliar esporte e trabalho numa boa. Uma vez que mora, trabalha e pratica esporte num mesmo bairro. Eu moro em um bairro, pratico esportes em outro bairro e trabalho em outra cidade. Tenho que enfrentar 60 km por dia de viagem ao trabalho (ida e volta), mais cerca de 2 horas de transito em média. É difícil aliar qualidade de vida em cidades muito grandes. Tenho inveja daqueles que moram no litoral, onde pode-se praticar esportes como triathlon. Imagino que Santos ainda será uma cidade com maior infra-estrutura e lazer do que é hoje. Seria a coqueluche daqueles que procuram aliar trabalho, esporte, lazer e muita qualidade de vida. Ainda assim, fico feliz de saber que Florianópolis é a única cidade da América Latina a sediar o cobiçado Ironman de Triathlon. Onde a cidade chega a receber mais de 2000 competidores vindos de mais de 30 paises. E o número aumenta a cada ano. Isto não é tendência ou modismo. É estilo de vida, superação, perseverança, auto-conhecimento. Enfim, concedam o nome que desejar. Para mim, o esporte é uma forma de auto-conhecimento muito superior e tão forte quanto uma terapia. Eu acredito que o homem não consegue viver muito tempo longe da natureza. As cidades foram feitas para morar, viver, trabalhar, mas é preciso momentos de convívio junto à natureza, seja no campo, seja no litoral. Ainda tentarei fazer um Ironman. A maratona está chegando. Quero fazer ano próximo. Resta idealizar uma prova mais ambiciosa. Quem sabe. Nada é impossível.

http://www.ironman.com

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Estação Sé.

No relento do muro de concreto, sob o mundo e imundo, o jovem repousa sua cabeça sobre o concreto. E correto, o cão vigia pôs-se atento aos movimentos dos despercebidos. Sonhando com seu hot dog, ele parece cansado. Que virá pelo dia? Perguntou. Um após outro, tudo igual. São apenas números. Somos apenas números. Multidões! Constelações humanas perdidas! Umas aqui outras ali. Num mundo onde a distância que separa os homens pode ser a conta bancária. Pode ser o time de futebol. Pode ser até um Deus. No relento, desatento, o jovem dorme. Pois, já é dia. E a noite promete.

domingo, 16 de agosto de 2009

Prodigy --> Invaders Must Die


Ouvi inúmeras opniões sobre este último disco do Prodigy. Banda que ouço deste que a música eletrônica tomou espaço no Brasil, acho que 1997. Sinceramente, é o disco que mais estou gostando. Talvez, por ser um pouco melódico que os anteriores. É um disco muito diferente dos demais. Prodigy tem esta facilidade. Mesmo trilhando neste caminho da música eletrônica, do big beat, conseguem fazer um disco melhor e diferente que o outro. Particularmente, não gosto do primeiro disco de estúdio : Experience. Acho chato e fraco. Já The Fat of the Land é um disco que tocou a exautão em tudo quanto é lugar e servindo de trilha sonora de vários filmes. Recentemente, este disco tem feito companhia para algumas corridas de rua que venho fazendo. É muito diferente quanto temos uma boa trilha musical para ouvir durante um treino puxado. E Prodigy é sensacional para isto. Não dou muita atenção para as letras, acompanho o ritmo da música e vou acelerando os passos. Com relação ao disco Invaders Must Die, não sei se é pelo fato de estar ouvindo pela primeira vez. Porém, achei o disco mais rico, com elementos que não somente ficam no eletrônico. Por exemplo : as vozes aparecem mais, os instrumentos elétricos como guitarras e baixos e a bateria acústica. Por isto, este disco tem chamado mais minha atenção. De todos, estou com este em primeiro lugar. Enquanto amigos meus acham que é um disco mediano em relação aos anteriores. Eu não tenho uma música preferencial neste disco. Apenas, gosto de todas. A primeira faixa, "Invaders Must Die" dá pra perceber que trata-se de um disco diferente. De um Prodigy diferente. Não adianta fazer audição nestas "estações" que tem em lojas de Cds. Fica ruim. O lance é ouvir este disco num bom aparelho, ou num mp3 de qualidade. Então, saberão que trata-se de um disco de ótima qualidade e de um ritmo muito interessante. É um disco vibrante, mesmo com este lado mais melódico, eles conseguem ser acelerados. Por isto, big beat. Grandes batidas.

Stand Up

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Morre Eunice Kennedy, irmã de JFK e fundadora da Paraolimpíada

da Folha Online

Eunice Kennedy Shriver, 88, irmã do presidente americano John F. Kennedy, assassinado em 1963, morreu na madrugada desta terça-feira. Fundadora da Paraolimpíada, Eunice estava internada no hospital da cidade de Hyannis, Estado de Massachusetts, há cerca de dez dias, devido a uma série de derrames.

Os irmãos de Eunice, além de JFK, eram Robert Kennedy, senador pelo Estado de Nova York assassinado em 1968, e o senador Ted Kennedy, que luta contra um câncer cerebral que foi diagnosticado em maio de 2008 e é considerado um dos nomes mais importantes do Partido Democrata. Eunice deixa o marido e filhos, entre eles Maria, ex-apresentadora de TV casada com o ator e governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger.

Considerada uma das maiores defensoras dos direitos dos deficientes físicos nos Estados Unidos, Eunice realizou a primeira Paraolimpíada em 1968, inspirada pela sua irmã mais velha, Rosemary, que sofreu de deficiência mental durante a maior parte da sua vida devido a uma lobotomia. Eunice não apenas fundou a Paraolimpíada como defendeu os direitos das pessoas com deficiências até seus 80 anos.

“Ela era a luz das nossas vidas, uma mãe, mulher, avó, irmã e tia que nos ensinou por meio do exemplo e com paixão o que significa viver uma vida guiada pelo amor e pela devoção ao próximo”, afirmou a família, em comunicado. “Ela transformou a vida de centenas de milhões de pessoas pelo mundo, e eles são o legado vivo dela.”

terça-feira, 11 de agosto de 2009

She's a Genius

Corrida SP-RJ : O desafio dos 600k

Pois é, sobre a tal corrida dos 600k. Foi dada a largada, como todos sabem. Dos meus treinos, pelo menos, valeu o esforço deste último final de semana. Sábado corri 10k na USP de madrugada. Domingo, mais 10k no Ibirapuera. Não deu pra fazer tempo, pois estava muito frio. Porém, deu para cumprir o teste e garantir a primeira etapa da seletiva. Segue os melhores abaixo. Quanto a meia-maratona de São Bernardo do Campo, foi foda cumprir o circuito. Muito morro, calor, asfalto. No final, valeu, valeu e valeu o esforço. Acho que no final do ano irei conseguir escrever um relatório sobre assessórios de corrida. Principalmente, para os pés (risos).

Um abraço,
Humberto.

Melhores resultados de 10K no Challenge 1 - Correndo contra o sono:

MASCULINO
1- David Arruda – 35min07s

2- José Virginio - 35min39s
3- Ricardo Serra – 37min59s
4- Alexandre Lilla Destailleur – 38min01s
5- Luis Gallardo - 38min52s
6- Paulo Arruda – 38min56s
7- Marcel Passos Zylberberg - 39min00s
8- Hugo Carvalho – 39min42s
9- Fernando Alves Nunes – 39min58s
10- Raphael Baddini Queiroz Campos – 41min03s
11- Amarildo Gomes – 42min53s
12- Mauricio Gomes Florenço – 43min39s
13- André Zacharias – 44min02s
14- Leandro Monteiro – 44min04s / Sérgio Ricardo - 44min04s
15- Marcio Kondo – 44min24s
16- Marcos S. Mourão - 44min28s
17- Alexander Gomes Nascimento - 50min53s
18- Humberto Alitto - 54min31s
19- Joaquim Cavalcanti – 59min12s

FEMININO
1- Sharon Kusuke – 45min05s

2- Carolina Ricetto Canavezzi – 46min45s
3- Luciana San Juan – 53min07s

fonte: http://www.nikecorre.com.br/

sábado, 8 de agosto de 2009

Corrida SP-RJ, O Desafio dos 600k

Pra quem conseguir participar desta prova, imagino que será inesquecível. Hoje, fui correr na USP. Acordei as 4 da madrugada, peguei o carro e cinco horas já estava na USP. Fiz 10 minutos de alongamento e mais 10 minutos de aquecimento. Só haviam dois carros chegando, eram ciclistas. No display de um grande relógio marcavam 12 graus de temperatura. Iniciei minha corrida e quando cheguei no 4 km tive de parar. Meu iPod travou e perdi o registro de uma corrida. Comecei outra corrida. Acabei concluindo os 10 km num tempo um pouco maior. Talvez, por já ter corrido 4 km puxado. Depois, com a temperatura na casa dos 13 graus meu desempenho caiu. Nunca corri numa temperatura assim. Eu nunca treinei corrida com instrutores. Hoje, utilizo a tecnologia Nike+ e esta corrida 600k abriu uma seletiva para corredores que utilizam o Nike+ e possuem perfil no site da Nikeplus. Eu só tenho uma opnião, esta seletiva será difícil, competitiva e tem muita gente arrebentando o solado no asfalto. Quando acabei minha corrida pela manhã, ainda na USP, aproveitei para sentar e observar os corredores que começavam a chegar. Lá por volta de 7 da manhã, a USP estava lotada de ciclistas e corredores. Eu estava então comendo umas barras de cereais para não ficar com tanta fome e observando os corredores. Muitos correm com auxílio de assessorias esportivas. Acabam fazendo uma pequena rede social e os treinos deixam de ser extenuantes e ficam mais agradáveis. No meu caso, faço por conta e porque gosto de corrida. Penso na minha qualidade de vida. Todos os esforços, metas, objetivos, penso que será melhor para minha evolução tanto no esporte quanto na vida. Claro, sempre tenho dúvidas, não sei quase nada de atletismo. Mas tento perguntar e tirar dúvidas com gente que conhece. Atualmente, eu frequento a academia Runner de São Paulo. Mas lá percebi que inúmeros professores não tem uma opnião formada sobre treinos de atletismo, dietas, exercícios focados para melhorar a performance do atleta. Eu uso a academia apenas para treinos de musculação que eu mesmo crio e faço natação quando dá. Fora isto, a academia não tem dado o retorno que eu procuro. Se em São Paulo existisse uma academia voltada exclusivamente para Triatlon, seria a academia que eu gostaria de frequentar. Outrora, se pudesse ter áreas específicas nestas academias por perfil de aluno, também seria interessante. A maioria das academias ou preocupam em fazer a vontade de muita gente que é perder peso, criar massa muscular magra ou aquelas aulas chatas de axé com malhação de pesos. Enquanto que, pra quem quer levar a sério um esporte, acaba ficando vítima de rotinas nada legais de academias em horários de pico. Por isto, hoje de madrugada, senti privilegiado correndo naquelas longas pistas asfaltadas da USP e longe de qualquer barulho ou alguma coisa que pudesse atrapalhar. São Paulo é muito bom. No entanto, tem hora que o excesso de gente incomoda. De resto, acho que esta seletiva para prova dos 600K tem me dado bons animos para os treinos e tenho traçado novos objetivos. É isto. A gente corre pra ver aonde chega, não é ?

domingo, 2 de agosto de 2009

The Prodigy 'Warrior's Dance'

Completei a 7a. Meia Maratona de São Bernardo. Prova sofrida, mas missão cumprida. Fiz todo trajeto ao tempo de 1:55min. Não foi muito bom tempo. Contudo, fiz tranquilo, com harmonia e concentração. No final, só queria paz! O dia estava lindo. Levei o iPod pra ouvir durante a prova e esta música de tanto tocar acabou virando power song da prova. Muito bom. Agora, treinar duro pruma maratona. Porém, terei muito mais tempo, pra não dizer meses. Fui. Que hoje estou quebrado. E 3a.feira tem lançamento do livro do Santiago Nazarian. Quero ir.

Axl Rose V Jon Bon Jovi Smackdown Vs Raw 2009

é isto ai Axl, arrebenta a cara dele.


Bem, nunca gostei de Bon Jovi. Quando ouvia na rádio, ainda adolescente, tinha cólicas de tanto passar mal. Ainda assistindo a MTV, trocava de canal quando entrava os clipes da banda. Enquanto Gun´s, eu era fã. Já nesta atual formação, apesar de terem amadurecido como músicos e compositores, não me agradou tanto o que ouvi do tumultuado disco Chinese Democracy. É um disco bom, mas as coisas do passado da banda são melhores na minha opnião. Ah, tem um conhecido meu que certa vez foi fazer uma residência em Nova York. Claro, o cara foi até a mansão do Bon Jovi em New Jersey, que virou museu do artista. Que horror! Eu estando em NY queria mais era ficar internado numa academia de cinema, no Moma, conhecer in loco a história do jazz em NY, conhecer o Bronx, o Queen. Agora, conhecer mansão do astro do rock farofeiro é demais.