terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Curta-Metragem finalizando.

A cada dia, parece que o transito nesta cidade piora. Se ao menos os motoristas não fossem tão desesperados (isto é, abusados), as coisas poderiam ser melhores. Acontece que o número de veículos aumentou, a velocidade diminuiu (há cerca de 10 anos atrás, andava-se muito melhor em São Paulo e não tinha tanta burocracia, impedimentos e afins) e o stress aumentou. É fila pra tudo quanto é lado, é congestionamento em qualquer horário do dia. Quinta-feira, como é meu rodízio, resolvi sair mais tarde. E olha o transito que enfrentei na marginal Pinheiros sentido Morumbi. Tudo por conta de um acidente de transito envolvendo uma moto e um carro. Foi o caos passar cerca de meia-hora pra fazer menos de 4 kilômetros de estrada. Isto porque o transito estava lento desde o túnel da JK. Não existem mais desculpas. A gente chega atrasado no trabalho e não tem mais o que dizer. Outra semana, sai de casa às 5:50 da manhã para driblar o rodízio e chegar mais cedo no escritório. Acontece que por volta de 6:25 peguei um super congestionamento na 23 de Maio que arrastou até depois do túnel Airton Senna. Acabou que eram 7:05 e eu nem tinha chego na porta do escritório. Alguns dias depois, a CET me multou por circular neste dia durante o rodízio pelo centro extendido da capital. Agora, preciso justificar que por conta de um acidente que não estava nos meus planos causou todo este meu infeliz atraso. Se não aceitarem a desculpa, terei de pagar multa de transito. É assim que se tornou a vida na cidade grande. Hoje em dia, ter carro virou dor de cabeça. Meu sonho de dirigir um porsche a 200 por hora - como fazia James Dean - foi por água abaixo. Na época dele, era comum andar a mil pela costa da Califórnia. Pois é. Atualmente, não ando tendo tesão nem de dirigir uma bicicleta ou andar de skate. Quiçá de carro. Já pensei em moto, porém, em SP nem à pé é seguro mais. Antigamente, eu tinha esperanças de uma civilização moderna (não como os Jetsons), onde a tolerancia e o respeito fossem naturais ao meio civilizatório. Com o tempo, vejo os Jetsons como pura representação de uma década cinquentista perdida lá atrás, que apenas jogava cortina de fumaça (tecnologias futuristas) num comportamento de época (o mesmo Pai reacionário e controlador levando a família para compras e a mesma Mãe dedicada e dona-de-casa submissa a uma realidade imposta pelos padrões de comportamento daquele tempo). Não, o transito dos Jetsons também são desorganizados. Não, eu não queria viver na cidade dos Jetsons e nem morar naquele arranha-céus. Para isto, prefiro morar no Copam no centro de SP e ter todo barulho e poluição possível em volta, cercado de stress e de gente mal educada. O que ganhamos com a globalização, com as facilidades em comprar, com as demandas cada vez maiores por consumo ? Ganhamos uma sociedade do espetáculo, uma vida massificante, cercada de status e poder, mas que também promove injustiças de todo tipo. Um dia teremos um líder maior, mas ainda não acredito que este líder possa existir. Calígola eu vi na peça recente que terminou no Sesc Pinheiros e adorei. Mas calígola foi apenas um sub-texto para Camus filosoficamente discursar sobre uma nova era. Entramos no século 21 meu bem! E agora ? Agora, veja, tudo isto presente é apenas o começo, o início, temos de adaptar ou cair fora. Não tem mais volta. Que pena. Olhar o futuro e sangrar no presente ? Cada um segue seu caminho, bem ou mal. Não importa se você ganhe o teu pão dando cambalhotas, usando milhumas mágicas e truques, cada dia será mais difícil que o anterior e assim caminha a humanidade. Triste. Porém, é a realidade. E não estou exagerando. Ou estou?
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Um_Instante
Aqui me tenho
como não me conheço
nem me quis
sem começo
nem fim
aqui me tenho
sem mim
nada lembro
nem sei
à luz presente
sou apenas um bicho
transparente
(Ferreira Gullar)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Gerald também é fã dos cafés Suplicy.

Grafiteiro produz mural no viaduto Tutóia.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Se invertêssemos as ordens das coisas
E daqui debaixo fôssemos mais poderosos do que aí
Ah, se eu pudesse mais do que você
Se a ordem do caos fosse mais violentamente certa do que
De que tú sabe o quanto pode e por quanto poderá tomar conta deste teu asilo
Ah, se o mundo fosse belo e belo quanto parece em meus sonhos
Te daria mil voltas em torno da terra só para te dizer o quanto posso
E a sede de vitória seria apenas um passa-tempo em dias chuvosos
Ah, se eu pudesse mesmo partiria daqui para outro lugar
Só para deixar esta calçada para tú pisar com exclusividade
Só para deixar este jardim para tú cuidar com familiaridade
Só para ver o quanto o novo ficou velho e enquanto perde teu
Ah, se eu pudesse mesmo, rumaria rumo ao sol, forte e quente, brilhante
Ah, eu torraria diante do sol e tú congelaria diante da lua
Na minha rua não tem gatos nem cachorros, nem vitrines como na tua
O meu país é mestiço e de onde tú vens é tão distante e branco
Se eu pudesse, rumaria rumo a casa de meus Pais e te deixaria na rodoviária
Na casa de meus Pais tenho canto próprio e planto meus coqueiros
Na sua casa, tantas notícias infestam suas paredes que as
Daqui eu saio uma hora qualquer,
sábado, 24 de janeiro de 2009
Walkman - retrô pop era

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Pop Corn téléphone portable micro-ondes
Pop Corn téléphone portable micro-ondes
Enviado por sassiere
Ils nous cuisent le cerveau et le reste... c'est un fait, par toutes les ondes qu'ils émettent : wifi, gsm, haarp, tnt, etc.Mais il semble que ces trois vidéos soient des pub virales, plus qu'a patienter pour savoir.http://www.conspiration.cc/sujets/arme/HAARP.htm
http://www.syti.net/Organisations/Illuminati.htmlwww.conspiration.cc
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Como assim, remixaram a VÓZ ?
De outro lugar.
domingo, 11 de janeiro de 2009
Pápúm
Como segunda opção, sugeri Ministry - rock industrial dos bons. Meio comédia este clipe, sintetizando o que era o final dos anos 80. O clipe, tem um quê de Andy Warholl (pop art), o carro Banana, os vídeos tipo chanchadas, o skate como esporte máximo da garotada classe média americana, e o famoso "yeah, fuck" no final.A temática da peça gira em torno de golpe político. Então, nada melhor que Ministry e suas sátiras ao mundo capitalista. NMO é must, tem que ter no som.
Tio Sam - aqui vou eu.

sábado, 10 de janeiro de 2009
Crazy
E tem mais deles, "Steady as she goes" ... estupendos.
Flaming Lips - Seven Nation Army ( Live )
Seven Nation Army (ao vivo) :
El B´aqtun, un nuevo ciclo de cuenta larga está por iniciar ...
Alan M: "El B´aqtun, un nuevo ciclo de Cuenta Larga está por iniciar a finales de 2012. Para Rigoberta Menchú esto implica un regreso a los orígenes, a la madre tierra, a buscar un balance del entorno y mejorar los hábitos humanos."
Rigoberta M: "Los mayas creemos que el nuevo tiempo será de amistad, de solidaridad, una era de humanidad. Por lo menos, esperamos no será la continuidad de "todo para mí", de devorar lo bueno que hay. Esperamos venga un época de cambios a favor de la vida. [ http://sol-negro. blogspot. com/2007/ 06/rigoberta- mench-una- mujer-con- mundo-por. html ]"
Ficaram curiosos ? O Paulo M enviou-me este vídeo, lançamento pra lá de hollywoodiano explorando esta temática. Tem de tudo, extraterrestres, aquecimento global, fim dos tempos mesmo. Como estou em débito com o cinemão, acho que vou tentar ver algo em breve.
